O Boom do "Last-Mile" em 2026: Por que a Locação de Motos é o Ativo Mais Seguro para o Investidor
- VELOC Locadora
- 22 de jan.
- 1 min de leitura

Por Eduardo Cristian/VELOC
O mercado de logística urbana vive um dos seus momentos mais transformadores. Em 2026, o chamado last-mile — a etapa final da entrega até o consumidor — deixou de ser apenas um diferencial competitivo e passou a ser infraestrutura crítica para o comércio eletrônico, food delivery e serviços sob demanda.
Com consumidores exigindo entregas cada vez mais rápidas, baratas e previsíveis, o gargalo não está mais na venda online — está na entrega.
E é exatamente nesse ponto que a locação de motos se consolida como um dos ativos mais defensivos e rentáveis da nova economia urbana.
O crescimento estrutural do last-mile
De acordo com estudos da McKinsey & Company, o custo do last-mile pode representar até 53% de toda a cadeia logística em centros urbanos. Isso explica por que empresas de e-commerce e marketplaces vêm investindo pesado em velocidade e capilaridade.
Plataformas como Mercado Livre e Amazon aceleraram modelos de entrega no mesmo dia (same-day delivery) e em poucas horas (same-hour delivery), pressionando toda a cadeia por soluções mais ágeis.
Nesse cenário, veículos de duas rodas tornaram-se o padrão operacional:
Menor custo por entrega
Maior agilidade em centros congestionados
Facilidade de estacionamento e circulação
Eficiência energética
O resultado é simples: a demanda por motos para entrega cresce mais rápido do que a capacidade de compra direta pelos entregadores.





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